8 de abril de 2015

Opostos!



Tenho dois lados em mim.
Opostos!
Um lado negro e outro cheio de brilho,
sou bruxo Feiticeiro ou mestre com purpurinas,
sou noite de Luar e sou dia dia tenebroso,
sou capaz das coisas mais frias,
racionais e duras decisões,
denuncio-me com olhares doces,
exponho-me com sorrisos derretidos,
sou homem decidido ou talvez menino assustado,
sou cheio de certezas bem como duvidoso,
sobrevivo na ribalta, mas vivo na calmaria,
é-me fácil sorrir por fora, chorar por dentro,
sou contradição que por vezes nem me entendo,
sou Anjo por vezes, outras mais pareço o Diabo
tudo dependendo do lado que queres me conhecer!!!

by mghorta





Minha História.



Hoje percebo o tudo que és para mim,
vieste fazer parte da minha História,
de uma forma tão intensa e repentina,
que nem sei como a interpretar,
porque somos únicos,
a prova evidente que duas almas,
essas não se encontram por acaso.

by mghorta


Memórias...




A única coisa que trago são Memórias,
nelas deixo minhas pegadas,
de um caminho percorrido,
sem ti a meu lado,
sentindo-me vazio,
um coração abandonado,
demonstrando um sorriso fingido,
num olhar sereno e sincero,
apenas aos olhos de quem via,
pois aqueles que realmente sentiam,
a pura Tristeza a meu lado como companhia.

by mghorta


Adeus...



Tanto te quis, em vão,
tanto te esperei.
chamei e não e não vieste,
foi tanta a demora que o tempo esgotou,
chegou a hora do Adeus...

Que os amigos se separem,
que toda a esperança se desfaça,
que todos os sonhos desvaneçam,
que todos os nós se façam na garganta,
que toda a tristeza do mundo corte bem fundo,
que toda a saudade se torne inconsolável...

Tanto te quis que desesperei,
tanto te esperei que me esqueceu,
foi tanta a demora que até foste embora,
teus olhos se fecharam na minha alma,
tua voz se tornou muda aos meus ouvidos,
que teu nome se cale de vez em minha boca,
Adeus...

Se eu um dia te irei esquecer.

by mghorta  (fonte mamas à Solta)


3 de abril de 2015

Devaneio Poético.


Não posso ignorar o que na verdade existiu,
não é devaneio poético mas uma realidade.


Escrevo porque preciso.




Nada acontece ao acaso,

tudo nasce e morre,
pelo mesmo motivo eu escrevo,
escrevo porque preciso,
saber que não estou louco.

Perguntarão muitos a razão,
mas não tem nada com isso,
escrevo por me apetece,
seja ao amanhecer, 
seja pelas tardes adiante,
escrevo porque preciso,
saber que não estou louco.

Nada acontece por acaso,
como o peixe morre pela boca,
o poema acontece,
as estrelas lá no céu
fazem parecer letras de papel,
escrevo porque preciso,
saber que não estou louco.

Como nada é acaso,
ao anoitecer também escrevo,
escrevo teias ruinosas,
rascunhos do dia ruim,
escrevo porque preciso,
saber que não estou louco,
mais uma razão de sobra,
que nasci e também  morro.

by mghorta  
(fonte Mamas à Solta)



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