21 de outubro de 2026

AMOR ❤️

Acredite sempre no Amor.
Não fomos feitos para a solidão.
Se você está sofrendo de ausências,
está com a pessoa errada ou 
suportando uma união que não ama.
Caso esteja sofrendo, viva essa dor
saindo de uma forma ou outra, mas
esteja aberta para a pessoa que Ama.
De uma forma ou outra declare esse
Amor e saia nem que seja uma vez
por dia ou tente aproximações dela,
mas não sofra de ausências ou solidão.
Cada vez mais, devemos exercer o nosso
direito de buscar o que pretendemos,
(sobretudo quando falamos de Amor.)
Porém: elegância, estilo e confiança são
fundamentais para um boa relação.
Ah, arrisque!
O Amor não é para covardes,
seja corajosa tanto como ele. 
Quem fica dia e noite em casa sozinha,
só terá que decidir que chocolate comer!
Daí o único risco será o de engordar,
no entanto: ''Viva muito a sua Companhia.''
Seu casamento foi um desastre, desapegue-se.
Aprenda a viver feliz mesmo sem homem a
seu lado, senão tiver com quem ir ao cinema,
vá com a pessoa que Ama a qualquer lugar
mas não sofra de ausências ou solidão.
Porque a pessoas mais importante é VOCÊ!

by mghorta 



11 de outubro de 2026

Simplesmente Maria ✔




Mas um dia teve a coragem de se soltar, saiu e vadiou e procurou outro alguém, nesse trajecto tropeça em mim, eu ali exposto e ela solta, entrega mutua e consentida, mas estávamos nós somente nós em online escrevendo e alongando os nossos desejos.

O que importava isso no momento, ela ferida de amor e no orgulho, passou os anos deitando-se com alguém que não a merecia, nunca tinha sentido o verdadeiro sentido da palavra de mulher casada, nunca tinha sentido o que numa mulher é preciso para ser realizada, não tinha gritado alto como que o mundo não existisse e solta-se um longo orgasmo de prazer.



Tudo começa por simples troca de mensagens, depois uns atrevimentos pelo meio, trocas de beijos e mimos, umas fotos aqui e outras acolá, assim o ambiente começa por aquecer e começa-se uma conversa sobre sexo, aí ela atira que tudo isso era tabu para ela, seu parceiro até então não lhe tinha dado a verdadeira razão de ser mulher, conclui que tinha sido um objecto nas mãos de aquele vagabundo de quem também desconheço nome.

Confesso-me também que para mim sexo estava terminado, com o passar do tempo se esfumou com uma nuvem no horizonte, no entanto descaibamos abertamente em confissões e promessas, porque não deveríamos ter ambos uma oportunidade de sermos pelo menos uma vez felizes?



E assim aconteceu, timidamente marcámos encontro e passamos das palavras às acções, pés ao caminho e assim aconteceu um o que ambos desejávamos e continuamos a desejar. Ambos embalamos numa verdadeira aventura que só mesmo os mortais vivem, porque de anjos nada fomos e muito menos o seremos.



Observo-a, tem corpo de mulher madura, solta e segura de si, sua idade nem eu mesmo o sei, seios médios e rosados, mamilos hirtos e desejosos, cintura na medida de minhas mãos, nádegas deslumbrantes e espaçosas para levar uns doces estalos, lábios carnudos e desejosos de serem beijados, olhos reluzentes como que precisando de algo, cabelos coloridos e soltos ao vento, em suma uma mulher tesuda, toda ela deslumbrante e deliciosa.

Começa-mos por soletrar palavras de amor, sentia o medo no seu corpo, não sou herói, confesso que também estava com medo de falhar, como também se algo sofresse um revés, mas prosseguimos de lugar para lugar, acabámos por parar em lugar seguro e tranquilo, a chuva caía lá fora e as nossas mãos começam a falar a linguagem de cego, porque a primeira que coisa que fazemos é apalpar terreno.
Prosseguimos para os actos, caricias e mais caricias, beijos e linguado, prossigo com as mãos pelos seus seios, sinto seu bater de coração que quase saía de sua caixa, as estava ai segura por minhas mãos que não paravam de acariciar suas mamas, veloz-mente  as mãos seguem pelo corpo, desde seus cabelos soltos ao pescoço, percorre a cintura e acabam na sua gruta de tesão, desvio sua calcinha e meus dedos procuram a sua humidade, aí os lábios colados se beijando não deixam que ela diga não, ela fica muda e se entrega por completo, sinto seu corpo desfalecendo, continuo meus gestos sinuosos na sua pakita ao ponto de a humidade aumentar, lubrificando o seu ponto G.

Ela por sua vez procura meu gémeo, acaricia-o e ela arrebita, o que eu pensava morto, estava duro e desejoso de ser lambido, e assim ambos se entregamos um no outro, ela contorcia-se ao jeito do gozo e eu estendo-me ao jeito de ela descer para beijar, meus dedos continuavam a fazer milagre, ela abria-se cada vez mais e assim procuramos jeito de consumar o pecado.
Por fim todas as roupas saíram de nossos corpos, ela sentou-se em meu colo e penetrou-se em mim, olhava-me com olhos de menina e simples, parecia que o mundo ali começava para ela, e porque não para mim!

Ejaculações para cá e para lá, ambos estávamos embriagados que o tempo lá fora parou, até que por fim ela solta-se por completo e grita num prazenteiro e gostoso orgasmo, despejando assim todo o seu sémen em meu pau duro que continuava na sua pakita, na sua gruta de tesão.
Os beijos continuavam, as mãos e dedos não se cansavam de procurar mais e mais, ela se senta a meu lado e continuo fazendo da sua gruta minha, continuava húmida e cheia de tesão, mais beijos e beijos, seios hirtos de gozo, pescoço mordido, cabelos soltos e cintura ajeitada em meus braços, de novo outro grito de prazer, a simplesmente Maria foi mais uma vez mulher.




Por outro lado, eu de portinhola aberta e de pau teso, ela desce e procura-o, beija-o de novo, morde-o levemente, creio que teria sido a primeira vez que ela o tivesse feito, tão inocente que meu gémeo vomita, ela aí fica aterrorizada e foge com a boca, aí eu puxo-a e quero que ela termine o que começou por ser inocente termine como pecaminoso, enfim...

... somos mortais e somos vulneráveis às mutações do prazer e do amor, bem como ao desejo carnal.

Foi assim, poderia ter sido história, poderá ter sido a experiência de muitos, mas tudo isso para ver que tu minha prezada leitora acabes assim...




26 de setembro de 2026

Mourões 😎


Silêncio e pedra, molho a alma qual o rio,
barco e remo, misterioso igual ao Tejo,
enchendo com as chuvas, pesco aos olhos veraneios
de um céu inteiro, que reflecte o Ribatejo.

Andei no tempo igual a águas,
nada mais pelo tempo sei que meus silêncios pensadores,
igual a tantos que remando anoitecido,
silêncio e pedra um tanto mais que pescadores.

Alma do rio, dorme o cio de quem passou,
junto à margem que me viu nascer,
silêncio e medo, alma em cio, 
sabe o rio que em mim plantou,
água e vida que se escapam pelos dedos.

Silêncio e pedra, molho a vida no meio do rio,
remo o barco, mais atento que um marujo,
temendo os ventos, sonho aos olhos veraneios
de um mundo inteiro remando no Tejo.

Andei no tempo igual às águas, nada mais
por tempo sei que os meus silêncio pensadores,
igual a tantos que remando anoiteceram,
silêncio e pedra um tanto mais que pescadores.

Alma e rio, dorme o cio que nele banhou
junto aos Mourões que me viu, silêncio e medo
alma em cio, sabe o rio que em mim plantou
água e vida que se escapam pelos dedos.

by mghorta


5 de setembro de 2026

Desconectado⁉️

Se teve aquela noite que meu telefone se desligou?
Se a bateria se finou?
Se eu tivesses saído a meio da conversa?

Eu perdi algo porque não falámos,
aquele dia virou noite repente!
Me arrependo por sair abruptamente 
porque estava desconectado de mim!

Perdi um pouco de tu e de mim,
o romance ficou pelo meio,
fiquei mais pobre de novo!

Quantas cousas eu poderia ter ganho  se
não tivesse desligado repentinamente e
não ter falado mais com você?

Quantos momentos e instantes nós
estivemos ali um para o outro mesmo
depois de termos desligado?

Tantos ''Eu te amo'' trocámos. ..
Tantos sonhos que não perdemos. ..
Mas eu os perdi por ter desligado,
foi como que o passado recente se
tivesse esfumado e eu deixei de viver!

Arrependido!
Sabes porque?
Todos os momentos e instantes,
os sonhos que tenho e os
''Eu te Amo'', tudo isso. ..

Está gravado no meu passado recente e
guardado no meu Bogalho meu Amor!

by mghorta




27 de agosto de 2026

Cicatrizes⁉️

Lembranças, lugares, saudades
Ausências, ocorrências, dores
São rostos, são nomes
Chegadas, são partidas
São num tudo, são um nada. ..

Momentos, instantes
Nos caminhos da mente
Alegrias, tristezas
Frases perdidas
Sem respostas, exauridas
Escondidas
São passados
Em livro de páginas amarelecidas. .. 

Gastos no tempo corrido
Perdas nos dias vividos
Que voltam e gritam. ..

Presentes amargos
Feridas por sarar
Guardadas, esquecidas. .. 

Memórias de outras vidas
Esmaecidas, recortadas
Enfraquecidas no tempo perdido. ..

Das marcas que ficam
Cicatrizes não saturadas
Abertas receptíveis à dor  
Na mente e no corpo 
Sentidas e esquecidas.

by mghorta 



23 de agosto de 2026

Inferno!

Por muito que queiramos dizer não, ele existe aqui ao nosso lado, a tristeza e a solidão de mãos dadas, por isso acordo com a sensação de um vazio tormentoso, não encontro forma de explicar isso, mas fica pairando no nada toda essa certeza.
Sim é capaz disso mesmo, faltar algo no ar!
Mas como poderei chegar a esta conclusão?
Será que em todos estes anos me está faltando algo?

Simplesmente não tenho formula de explicar a razão disso, assim apenas me resta aguentar o vazio desta minha solidão. Da mesmo forma que concluiu que me falta algo, seja ar ou vivência, fico atroz-mente com falta de ar.

A correria que levei em todos estes anos, fico com a conclusão que tudo foi vão, até os sorrisos que posso esboçar tem a tonalidade amarela, perdeu o colorido da vida. Complexidade do esquecer não é assim tão simples, mesmo que eu diga que tudo está bem, tudo é nulo e complexo.

Porque o coração não dói, não posso dizer com a plena certeza que estarei doente, tudo é complicado em demasia para explicar.  Mera ilusão dizer que nada me falta, nada não é nada e a falta fala, tem uma linguagem universal, porque todos sentimos falta de algo e não poderemos excluir isso de nossas vidas, por isso teimo em dizer que me Falta Algo.

Acho que encontrei a razão destas linhas que teimosamente tento escrever de tempos a tempos, acho que sim, acho que é a tristeza que me invadiu por completo meu interior, meu ser está só e minha alma invadida por uma solidão enorme que me consome como braseiro quente ao género de Inferno.

Sinto-me ardendo, minhas entranhas com marcas e cicatrizes que nunca mais sumirão de mim, a dor e marcas ficarão para sempre eternizadas com minha solidão infernal. Minha carne fraca não sabe mais a leveza da alegria, mesmo que ela me bata à porta, não sei se serei capaz ou terei a sensibilidade de a recolher, é esta a dor que mais me atormenta e nem sequer tem explicação para tal decisão, ela vem como Tempestade arrebatadora que a minha condição humana se sente incapaz de a receber porque a solidão é de anormalidade tamanha.

Depois da tempestade vem a bonança, mas teimo em escrever no mais recôndito interior da minha alma, pensamentos, verdades, mentiras, histórias e sonhos. Uma forma que me escraviza neste inferno de solidão, criando momentos de reflexão e introspecção prevendo situações e coisas que nunca mais terão acontecimento.

Finalizando, o mundo gira lá fora, tem a sua mutação própria, palavras e actos ficam, ficaram e ficarão, de certa forma mostrando a imparcialidade das coisas ímpares que em breve serão coisas do passado, não por mim, não pelas teclas que teimo teclar, não pelo meu Dom solto, mas pelo Dom que todos temos e teimosamente queremos continuar, só que a solidão nos arrebata de certa forma que somos humanos fragilizados esquecidos num canto infernal.

by mghorta 


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