6 de maio de 2016

Proibido!


Um dia fui proibido de escrever, escrever sobre saudade, saudade de uma pessoa, falar, sorrir, chorar, reclamar, abraçar ou até mesmo de ouvir sua voz.
Sua voz ecoa ainda pelos cantos da vivência dos nossos momentos, poucos e proibidos, mas não deixou de ser a nossa história, linhas de seu corpo eu escrevi nas gavetas da minha consciência, contudo devia ser proibido sim estar do lado de fora dessa história enquanto as lembranças falam mais alto que a saudade de reviver.
Calar mais que me doa, chorar, não respirar, dizer adeus, ir embora sem mais escrever porque é proibido nesta vida falar de ti saudade. 

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