Aquela árvore não tinha fruto,
nem sombra porque era inverno,
mas tinha aconchego das almas.
Chovia tão suavemente,
que as almas viraram gente,
gente apaixonada pelo momento.
Trocar de olhares e beijos longos,
mãos acariciando os instantes,
que depressa ressuscitou o amor.
O calor emanava dentro,
tanto dos corpos como dos movimentos,
o embaciar de vidros era testemunho,
de naquela árvore sem fruto nem sombra,
tinha nascido o amor para as almas.
by mghorta

Texto muito lindo e poético. A imagem que acompanha o teu lindo poema é muito apropriada ao tema do poema. Parabéns. Tens alma de poeta!
ResponderEliminarMomentos fazem o poeta.
ResponderEliminarObrigado