12 de dezembro de 2015

Happy_End!


Com muito receio em escrever este texto, mas lá assumi em o passar para aqui, até porque é um assunto que além de parecer meio unilateral, tem cabeça, pernas tronco e membros. Com alguns momentos que passaram à história nos tempos recentes, cheguei à conclusão que não vou mais recuperar o sorriso de outrora, mas não quero guardar só para mim.
Quantos relatos não ouvimos aqui e acolá (com potencial Happy_End ') em que fulana ou beltrana não deram certos somente porque as falhas são dos homens que quando a falha são delas, porque os momentos de hoje correm como que as coisas não tomam pose séria e futurista!
De certa forma, essas histórias são o resultado de algo que deu errado de um relacionamento anterior, desilusões amorosas e por sistema as mulheres prendem-se ao passado, querendo que os acontecimentos de hoje fossem tão sérios como os que já tivessem vivido, só que não percebem que 'aquilo lá atrás' são 'águas passadas' e não podem mais existir, são Fantasmas.
Nós somos mutantes, sempre em mudança constante, e os sentimentos vão mudando consoante as ocasiões presentes, e 'lá atrás' ficam como lembranças. Querer desejar igual ao passado, esperar que as histórias e vivências sejam iguais, pode-se tornar ilusoriamente dolorido. Aquele homem que um dia foi tão perfeito, pode até mesmo ele hoje ser outro que nem a própria mulher não mais entenderá porque mudou de perfeito para tão louco. As constantes da VIDA mudam tanto mulheres como homens, e são essas mudanças que teremos que acompanhar, mesmo que isso seja tão difícil. 
Por vezes, uma nova história pode ser interrompida sem mesmo nós sabermos a razão disso! Por enquanto um não interesse em mudar já, ou até mesmo não existir aquele amor intenso para que tal aconteça, até mesmo a simplicidade de jogos de cintura e desejos fatais para tentar conquistar a perfeição de homem, poderá levar a mulher deixar de querer e o homem sair fora do circulo de atenções, daí a desistência num ápice, como que fosse apenas mais um engate de ocasião. Por falta de conteúdo, por orgulho, ou até mesmo por não saber as regras do amor, como que fosse de novo uma aprendizagem, ou por cansaço das mesmas rotinas, elas fechadas no seu casulo do faz de conta, não querer que o relacionamento seja primordial, ou até mesmo pensar em não ferir a outra metade da laranja, normalmente escondem-se atrás da porta de uma solteirice a-saloiada.
Não tenho nada contra este fenómeno feminino, mas que as coisas são assim, isso são! Concordo de uma certa forma que é bióptimo ser solteiro(a), é sintoma de liberdade, e se ninguém mexeu com o outro, a máxima é aproveitar 'um dia de cada vez' tal e qual como ele se apresenta em ocasiões e querer que sorte não deixe nunca de acontecer, porque no 'APROVEITAR está o ganho'.
As mulheres precisam aprender que o coração após ferimento, é curável, além de ter marcas ele cicatriza quantas as vezes for necessário. O ferimento poderá ser profundo, fractura exposta, mas temos hoje antídotos em qualquer lado e sem ter que pagar para curar o que for preciso. Poderá até acontecer um corro-pio de acontecimentos, almoços e saídas com estes e aqueles fulanos, deitar com os beltranos que for ocasional, beber e olhar de soslaio para o passado, nada disso importa, o que conta mesmo é não fazer-se oferecida nem esperta, não xingar o parceiro actual com tretas sem jeito, e não fazer repetidamente como que olha para 'TRÁS', a liberdade é linda e essencial, deve as aproveitar todas as ocasiões sem querer fugir delas como fossem fantasmas.
Por fim, mulheres, coloquem a cabeça no tronco e olhem de frente e percorram outros caminhos, não trilhem a mesma estrada, porque como a mulher de Ló estarão a regressar ao passado. Estar sentada esperando a cicatrização da ferida não é solução, tem outros homens ao virar da esquina, e mais que isso novas histórias aparecerão como as oportunidades que fazemos para que isso aconteça, não fique trancada em quatro paredes, as amigas novas e amigos novos são hoje mais que muitos, vá de vento na popa e façam ZIG-ZAGS pelo roseiral da vida sem importando com os arranhões que vão surgindo do nada.

by mghorta



Happy End

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