4 de junho de 2015

Tu Que me Julgas?



Se galhofo em demasia, soa a falso, se sou casmurro oculto o que realmente deveria dizer.
Para levar a vida a sério, terei que ser amargo, por isso creio que devo e deveremos sorrir e isso é elementar.
Não me exponho a muito, porque assim fico sem segredos e nu.
Basta um riscar de fosforo para que meus impulsos sejam bruscos, mas quero agir de forma que possa medir as consequências de um futuro imprevisto.
Se as pessoas não me gostam, não é por falta de relacionamento ou se sou cofre, antes pelo contrário sou um livro bem aberto.
Não corro, não fujo, por isso nem sou apressado nem stressado.
Se gasto muito pneu, é porque minhas actividades são desenfreadas, nunca me habituei ao devagar.
Todos julgam, todos apontam, mas não me levantam quando eu caio ou deles precisei.
Para tudo na vida tem um tempo, e eu para estar bem preciso de fazer o bem.
Para isso não tenho qualquer direito de julgar ou apontar outrem.
Basta de imprevistos, falsas directrizes, está na hora de ser feliz e retomar o caminho não trilhado, porque o que já passei, muitos tombos dei.
Para tudo é preciso Amor, dar e receber é um dom natural, para isso sejam um pouco de mim que eu serei um pouco de vós.
Para adoçar a vida, uma boa dose de carinho, uma poção de alegria e bastante AMOR.

by mghorta   (Julgamentos)


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